Diário Quebrando a Caixa #2 – Aquele sobre voz interior e intuição

 

 

Antes mesmo de dar os primeiros passos ao meu tão bem planejado sabático empreendedor eu me deixei empacar. Minha voz interior havia sido silenciada e me faltavam forças para resgatá-la.

 

Estava tão exausto mentalmente que não queria abandonar o sofá, o controle e a Netflix.

 

O cansaço acabou sendo preenchido e controlado por crenças limitantes que me diziam frases do tipo:

 

 

“Ninguém vai se interessar por suas ideais, para que se dar o trabalho?”

 

 

“Existem vários outros profissionais atuando com propostas semelhantes e mais atraentes. Você nunca será bom o suficiente!”

 

 

E essas vozes autodestrutivas povoaram os meus pensamentos durante quase que um mês inteiro.

 

Eu não imaginava que o período de transição de um trabalho convencional para um modelo mais autônomo, me transformariam nesse caldeirão de sentimentos misturados.

 

A minha visão, olhar criativo e poder de execução estavam comprometidos por este estado de vulnerabilidade intensos.

 

Mas eu quero transformar e impactar positivamente a vida, carreira e projetos das pessoas, não posso me deixar ser consumido pelo meu crítico interior.

 

Até que chegou o dia em que decidi mudar o cenário.

 

A primeira coisa de todas foi relembrar um ditado de uma das mentes mais brilhantes de todos os tempos:

 

 

“Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes”

Albert Einstein

 

 

Com esse mantra em mente, tomei as rédeas da situação, dei uma volta com meus cavalos – figurativamente – e coloquei minha voz interior no seu devido lugar: no suporte aos meus pensamentos.

 

Eu já tinha planejado, haviam vários meses, quais seriam as metodologias que estudaria, para servirem de base para as iniciativas que construiria e que serviriam como betas na fase de teste e experimentação.

 

 

Enquanto a minha voz interior estava adormecida, rebelava-se como podia.

Ardilosa. Manifestou-se em forma de intuição.

E não era uma intuição qualquer: das dezenas de metodologias que estavam ansiando a minha atenção, a que mais pulsava um chamado quase que magnético era o Design de Vida.

 

O Desing de Vida é uma metodologia desenvolvida por dois professores da Universidade de Stanford e que nos convida a utilizar conceitos de Design Thinking para ajudar a responder à pergunta derradeira: “O que eu quero fazer com a minha preciosa vida?”

 

Após o resgate da minha voz interior e agora totalmente no comando do painel de controle, a minha primeira decisão foi mergulhar de cabeça na metodologia e entender o que a intuição estava tentando me mostrar com tanta intensidade.

 

E foi simplesmente…

Blow Your Mind Wow GIF by Product Hunt

SURPREENDENTE!!!

 

…Paixão à primeira vista!

 

Não só a metodologia era extremamente prática – algo extremamente importante para minha vida – como desbloqueou e fragmentou a minha grande ideia em várias outras menores.

 

A partir daquele momento eu não ficaria mais parado.

 

Aplicaria os conceitos do design de vida a minha própria trajetória de transformação, continuaria estudando a metodologia, assim como outras, e daria início a fase de experimentação.

 

Queria ver na prática como ela funcionaria.

 

Decidi então criar a Oficina de Life Designing para prototipar a metodologia e entender se ela conversaria com outras pessoas.

 

A partir deste primeiro passo lapidaria o formato até construir uma iniciativa mais completa, com o objetivo de transformar positivamente a vida, carreira e projetos de pessoas interessadas em viver uma vida com mais significado.

 

A ideia inicial era criar encontros mais intimistas, com no máximo 6 integrantes, contudo as inscrições foram um sucesso e iniciamos a formação com 12 participantes.

 

Não só ouvir, mas apostar sem medo, na direção descortinada pela minha intuição foi crucial para virar a chave e destravar.

 

Ela sabia o caminho para o tesouro que tanto procurava esse tempo todo! Se ao menos tivesse lhe dado ouvidos antes…

 

Mas não da para chorar sobre leite derramado, não é mesmo?

 

O que a gente pode fazer é aprender.

 

Então, lá fui eu pesquisar e entender: o que é intuição, afinal de contas?

 

Na busca encontrei uma matéria bem recente da Super Interessante que aborda a temática.

 

À grosso modo existem três tipos diferentes de intuição: aquela que nos dá a sensação de saber o que o outro está pensando; a intuição em que após muita prática em realizar algo, você não precisa pensar para fazê-lo; e a última, porém não menos importante, a capacidade de pressentir acontecimentos futuros.

 

Além de explorar cada tipo de intuição a matéria traz exemplos reais com embasamentos de estudos e pesquisas científicas. Vale a pena a leitura!

 

Hoje procuro nutrir minha intuição com bastante frequência!

Seu índice de eficiência tem apresentado resultados melhores que o Google em algumas ocasiões.

Por isso abracei-a como um braço direito.

Hoje ela é mais do que bem-vinda. Flui livremente quando me paga uma visita!

 

Faça o mesmo e depois me conte quais os benefícios percebidos na sua vida quando você permitiu-se nutrir e ouvir a sua intuição!

 

 

Olá, muito prazer!

 

Se ainda não me conhece, sou o Pedro Costa.

 

Trabalhei por mais de 7 anos com empreendedorismo social e em startups de tecnologia, desenvolvendo projetos e pessoas em áreas como comercial, atendimento e logística.

Fiz a minha própria transição e agora vivo o meu sabático empreendedor, onde estou desbloqueando as minhas diferentes versões.

Estou Coach Ontológico, Life Designer, Consultor de Projetos, Criador de Experiências de Aprendizado e a mais recente aquisição de todas: Produtor de Conteúdo. Qual será a próxima faceta?

 

Não sei ainda, mas vou ficar muito empolgado quando descobrir \o/

 

Adicionalmente estou prototipando diversas iniciativas com intuito de ajudar as pessoas a tirarem seus projetos da gaveta e planejarem a vida/carreira que amem.

 

Para continuar acompanhando minha trajetória e os conteúdos bacanas que vou continuar postando, siga-me nas redes sociais: